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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sobreviver. Sobre viver. Sobre angustia, choro, noites mal dormidas. Sobre problemas, bagunça, sobre o cuidado, o desespero e o alivio. Vontade de se trancar no quarto, desligar o coração, ligar o cérebro. Respirar fundo, recomeçar.
Volta no começo e veja o porquê de ter dado errado. Termina com essa historia, e desapega desse medo. Não é legal ficar aqui. Preciso de amor, carinho, compreensão. De você, dos meus amigos, do meu sorriso. Da minha alma também. Da minha capacidade de amar e do meu medo bobo de tentar. Pega o ponto final e guarda, para colocar perto do feliz para sempre. Se conseguir chegar lá. Escrevo esse texto para mim, para você, para todos.

Não tem solução. Tem que enfrentar. Dias tristes sempre vão aparecer, é só não ligar muito, bobeira, besteira.  Tem dias que eu fico meio desligada, eu não vivo, eu sobrevivo no automático, entende? Os problemas estão aqui agora, mas as vezes eles somem na manhã seguinte. É só deixar passar...
quarta-feira, 31 de julho de 2013
 (100+) Tumblr
   “Queria mesmo. Queria muito mesmo que a vida fosse fácil, que você não complicasse tanto essa parte da minha vida. Eu ainda lembro das tardes de domingo, das nossas fotos, de quantas vezes eu chorei para você ficar e você foi. Hoje eu já nem ligo mais. As vezes falam que a maior burrice do ser humano é tentar tirar da cabeça aquilo que não sai do coração. Talvez não, aquilo que ta dentro do coração enquanto não afetar a tua cabeça ta todo bem. Muitos dias se passaram desde que você fez a sua escolha, eu fiz a minha. Agora nem, adianta mais eu ficar apertando a mesma tecla, nada vai mudar, é bola pra frente agora, eu nem ligo se você não ligar. Quantas vezes eu deixei recado na sua caixa de mensagens? Duvido que você tenha ouvido qualquer um deles.Hoje ta chovendo, está frio lá fora, mais ainda aqui dentro. Dentro de mim.E eu nem sei como não lembrar de você, porque era nessa época do ano que você aproveitava para passar um dia inteiro assistindo filme, comendo pipoca e brigadeiro. Saudade nem é o nome mais, isso é só uma lembrança, você se foi.Eu te amo. Isso ainda vale alguma coisa hoje? Alias, já valeu algum dia? Eu tenho raiva, muita raiva. Eu odeio pensar que um dia esse amor foi recíproco. Só que amor realmente podia ter data de validade, porque assim eu estaria preparada. Mais agora ... você se foi. E eu nem ligo. Essa é a minha historia, e de como um amor pode machucar.”


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Foi um dia difícil, o céu estava cinza, tudo combinava com meu humor. Nada muito colorido, nada muito alegre, aquele dia poderia ter sido o pior de minha vida, porém eu segui, o que só fez com que eu sonhasse com uma vida alegre e feliz, longe daqueles problemas, daquele trânsito insuportável, daquele barulho, daquelas confusões diárias, enfim, longe de tudo que me fazia e que ainda me faz mal, mas nada é tão simples assim, eu tinha um trabalho a fazer e estava determinada a conseguir, nem nada, nem ninguém me impediria. Sabe os dias tristes?! Pois é, a gente que escolhe se vai mesmo deixa-lo triste ou vai fazer diferente. Estava apenas com a força de vontade acima de tudo que me fazia voltar atrás e assim, continuei. Aguardando o amor da minha vida, passar na minha frente e me dizer um 'oi' , talvez, quem sabe... 
                  
               Lavínia Gonçalves. 
terça-feira, 16 de abril de 2013




Sabe quando você se sente tão bem que a vontade é de gritar para o mundo o motivo? Ou quando você esta tão triste que quer chorar até secar (de vez) todo o liquido do corpo?
 Esse dias eu li alguma bobagem sobre amor, e fiquei imaginando como seria se em algum lugar do meu nosso passado, a gente tivesse dado certo... Eu provavelmente não estaria fazendo faculdade tão longe, e meu apartamento não seria totalmente retrô – lembra que eu te disse que era o meu sonho? -, porque obviamente o seu jeito moderno de enxergar as coisas me afetaria.
Talvez eu não teria ido em todas essas festas que acabavam lá pela manhã seguinte. Não conheceria o Matheus, nem o Lucas.
Eu sei que ia perder noite de sonos esperando aquele SMS que eu sabia que nunca iria chegar. Teria deixado de sair com minhas amigas, e passaria por cima de tudo que eu acho absolutamente correto. Você me faria brigar com os meus pais e fugir com a minha moto –agora eu tenho um carro, sabia?- para qualquer lugar.
Eu me recordaria de quando te conheci, na festa de formatura do 9º ano no colégio, lembro do teu perfume na minha roupa. Muitas risadas, e alguns beijos depois, lá estava eu contando todos os meus problemas para você. Tosco? Não sei. Era meu coração que tava falando naquela hora, e olha, ele não costuma falar muito bem não.
Fico me perguntando se você realizou aquele antigo desejo de conhecer Las Vegas, ou se você está cursando jornalismo mesmo. Eu tenho exatamente tudo que eu te disse que teria, menos você. É claro que de vez em quando me bate uma saudade daquelas madrugadas no terraço da minha casa, e de como você me fazia rir por horas. Nunca mais conheci ninguém assim.
Conheci vários garotos, acho que você deve ter conhecido outras também. Será que de vez em quando eu volto na tua memória? Você faz uma visita sempre na minha.
Bem, agora eu tenho mais uma daquelas festas de trabalho que você considera chata, mas, fazer oque? Isso foi tudo sobre o amor que tive (tenho!).

quinta-feira, 14 de março de 2013
DejaVu: Waiting for Sunset



Espiei na janela, era um pouco tarde. Nenhum carro, nenhuma moto, nenhuma pessoa. Acho que essa é uma das vantagens de se morar no interior, esse silêncio e essa paz. Mas eu acho que o barulho vinha de dentro de mim. Não bem um barulho. Borboletas no estômago. O vento bateu no meu rosto, levando alguns fios de cabelo que atrapalhavam a minha visão. O céu estava estrelado. Nunca o vi mais bonito. Consegui ver várias constelações que antes eu nunca havia parado para perceber. Sempre gostei das estrelas. Talvez porque elas estivessem tão longe. 
Um pouco mais no horizonte, estava a lua, perto de algumas nuvens. Meu pensamento era cortado por uma breve brisa toda vez que eu pensava em você. Que bom! Um alívio, uma voz. Aquela música, me fazendo voltar a alguns meses atrás. Os primeiros acordes de uma canção sem fim. Que eu insistia em cantar todos os dias. Ela vinha do meu coração, ela era o que eu sentia, ela era eu mesma, e fim.


 
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


Droga ! O que eu ainda tô fazendo aqui ? Convivendo isso. Convivendo assim ! Porque ? Porque eu me torturo a passar por isso sempre, o problema é comigo ? Ou é com a sociedade ? Acho que o universo não conspira muito ao meu favor ! Muito menos eu mesma. O que esta acontecendo ? Cadê aquela confiança que eu tinha ? Fui forçada a esquece-lá ? Não queria... Mas é assim que funciona as coisas.
Sabe quando você lê uma coisa e exatamente aquilo que você precisa ouvir naquele momento ? Ninguem vai te dizer aquilo, não é mesmo ? E aquele "Tudo bem?" que você respondeu "Tudo" mesmo sabendo que não tava nada bem ? E aquele telefonema de uma amiga, com a voz de choro ? Você teve vonatde de fazer oque ? Bom ... Agora já não importa !
E quando tudo isso é com você ? Chega de perguntas, acho que aquelas fotos excluidas e jogadas no lixo já não valem muito a pena, né ? É a vida, e que saber ? Ela segue. Chega de frases feitas. Diga e pense o que quiser. E só se arrependa depois.
Afinal de contas... Até o "Pra sempre" que alguém te disse verdadeiramente uma vez vai acabar.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013




Cheguei em casa. Cansada, com sono e com frio. Tirei os sapatos que estavam me incomodando desde a hora que pisei o pé naquele lugar. Toda iludida de que a noite seria perfeita. Você veio em minha direção e me perguntou se eu queria ficar com a sua turma. Bobo, claro que eu queria. Aceitei. Um tempinho depois começou a tocar uma musica lenta, não me lembro  qual era, estava completamente perdida observando seu sorriso. Resolvi ir até uma das mesas em que tinha bebidas e peguei uma água com gás. Você veio atrás e perguntou se eu tava bem. Com o sorriso mais tímido do mundo eu olhei para o seu rosto, ele estava lindo por mais que estivesse parcialmente iluminado pela luz.
O lugar em que nós estávamos era perfeitos. Você pediu para que voltássemos, voltamos. Você foi cumprimentar umas amigas. Juro que quase morri de ciúmes. Normal. Elas também vieram ficar com a gente. Você me chamou para o jardim do salão. Maldita ideia de vir de vestido. Estava muito frio. Nunca admitiria que quase congelei. Aquele sorriso bobo na sua cara me aquecia tão bem. Nunca tinha me sentido assim. Você veio em direção ao meu rosto. Dessa vez não me esquivei. Fazia tempo que eu esperava aquele beijo. Parecia que o mundo tinha parado. Foi intenso. Foi perfeito. Depois você olhou bem nos meus olhos, parecia que havia um pouco de paixão nisso tudo.
 Voltamos para o salão e você ficou o tempo inteiro abraçado comigo. Falei para você que iria no banheiro. Me olhei no espelho, a menina que refletia lá já não era mais a mesma, percebi que tinha mudado. Meu olhar era diferente. Joguei o cabelo para um lado, retoquei o batom. Quando cheguei perto do salão, você estava com outra. Mais uma vez tinha me iludido. Sou besta de ter acreditado em você mais uma vez.
Peguei o primeiro taxi e fui de volta para casa. Abri a porta devagar, entrei, subi para o meu quarto. E cá estou eu mais uma vez chorando por um babaca. Acordei na poltrona. Relembrei toda a noite anterior. Nojo. Era exatamente isso que eu estava sentindo. Nojo de mim. Peguei o celular para olhar as horas. 18. Exatamente esse número. 18 chamadas perdidas. Você me ligou 18 vezes? Resolvi mandar um sms. Escrevi “Hoje não quero falar com você. Olhe o que você fez. Se arrependa e venha falar comigo.”, você respondeu prontamente. Disse que tava na porta do meu prédio. Meu coração disparou. Que tola. Entrei no banheiro, tirei a maquiagem, fiz um coque. Vesti uma dessas roupas que eu compro por pura futilidade. Peguei meu celular, sai do quarto. Passei pela sala meus pais estavam tomando café, eu falei que ia até lá em baixo para falar com uma pessoa.
Antes de descer pensei em um palavrão qualquer. Era exatamente o que eu queria fazer. Te xingar. Quando cheguei vi que você tava com o olho vermelho, provavelmente não teria dormido, perguntei “A gandaia foi boa, né ?”, você me olhou , e perguntou se agente podia entrar. “NÃO”. Foi exatamente o que eu respondi. Você me olhou assustado e disse que eu ficava linda assim brava e com cara de sono. Fiquei com vontade de ir embora, mas você me puxou antes mesmo de eu dizer qualquer coisa, e me beijou. Não, não foi igual a primeira vez, dessa vez eu senti um pouco de carinho. Mas eu estava confusa, não sabia distinguir o que estava acontecendo. Era como se... Bem, já me decepcionei antes ! De novo não !

Quem sou eu

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Quem sou eu? Sinceramente, eu não sei até hoje. Milhares de expectativas, algumas ilusões, muitos amores, vários sonhos. Gosto de sorrisos, abraços demorados, criaturas místicas chocolate, fotografia, moda...
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